O sistema segue com duas classificações separadas, com a corrida pelo título incluindo apenas os atletas da elite e o ranking unificado abrangendo todos os competidores. No final do ano, os 22 primeiros do World Title Race mais outros dez do ranking unificado passam a formar a elite do ano seguinte.
Além disso, os surfistas que disputam as etapas do World Tour só podem somar os três melhores resultados no ranking unificado. Uma forma de dar mais chances aos novos atletas que aparecem no circuito. Também com esse objetivo, as etapas Prime tiveram mudanças na pontuação. O primeiro colocado segue somando 6500 pontos, no entanto, no lugar de apenas quatro atletas somarem os 2400 pontos do nono lugar, a partir desse ano o campeonato termina com oito surfistas nessa posição. O 17º lugar passou de 1034 para 1300 pontos e o quinto colocado passa a somar 3320 em vez dos 3120 que valiam até agora.
Novas mudanças ainda devem aparecer ao longo do ano. A ASP segue à procura de adequar seu sistema de pontuação e classificação às características específicas do esporte. Que as experiências passadas tenham servido de aprendizado para o que vem pela frente.
Daqui duas semanas, começa a corrida. Fernando de Noronha é o palco. Os brasileiros partem com tudo para invadir de vez o circuito.
Por Caio Sales



